Já na Paróquia Santíssima Trindade, no José Walter, a Pastoral encaminhou, no início de maio, oito crianças e duas adultas, para o batismo. Esta ação conjunta com outras pastorais e organismos acontece porque, tendo seu carisma na Visitação, que consiste em ir ao encontro das pessoas ao invés de esperar que venham à Igreja, a Pastoral da Criança encontra casos de pessoas que não têm uma prática católica, mas demonstram fé.
“Nestes casos” explica a coordenadora da paróquia Santíssima Trindade, Fátima André, “nos incentivamos essas pessoas a buscarem os sacramentos, seja o batismo, a crisma ou o matrimônio”. Ela explica que a Pastoral respeita todas as religiões, mas nos casos onde a pessoa se diz católica e não tem uma pratica, a pastoral incentiva a busca dos sacramentos e da convivência com os irmãos, dento da Igreja.
“ A gente não chega nas casas pregando, e sim nos solidarizando com as pessoas; mas nesta ação solidária está a mensagem cristã, as pessoas sentem-se atraídas por esta prática da Palavra e vão se chegando à Igreja. São muitos casamentos, crisma batizados de crianças e até de adultos que a l~ideres da pastoral encaminham. Isso sem falar nos casamentos, pois são muitos os filhos acompanhados que convivem sem o sacramento do matrimônio e, com a permanência na pastoral vão praticando e religião e optam por se casar”, explica.
Alguns padre reconhecem que a Pastoral da Criança tem sido porta de entrada da igreja não apenas para a crianças, cujas mães são orientadas para criar na fé, mas para famílias inteiras, que se aproximam da vida cristã depois que passam a ser orientadas pelas líderes da Pastoral, no seu exemplo e na palavras que o Guia do Líder contextualiza, a cada colocação que faz.











BRASÍLIA - Integrantes da cúpula da Igreja Católica no Brasil já cogitam dar início ao processo de canonização da coordenadora da Pastoral da Criança,